De frente para a imensidão do mar, sentada nessa areia branca, sinto a brisa roçando os meus cabelos, desmanchando os meus cachos, como uma tentativa vã de dizer algo aos meus ouvidos.
Não presto atenção de imediato. Atenta estava às distrações. Atenta eu estava, mas para dentro.
E o vento me chamava a atenção para fora, para o mar, para a natureza, para a energia, para o infinito, para Deus.
É, nem sempre as respostas estão por dentro, as vezes estão aí, em todos os lugares, em todos os momentos.
E olhando o mar e essas ondas insistentes e poderosas, percebo que não adianta lutar contra o infinito. Não adianta lutar contra as forças superiores!
o mar... adoro ficar diante do mar... penso muito e fico leve com o vento. adoro o sal que o mar deixa no corpo.
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