quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Como tomamos uma decisão?

Não consigo definir qual das nossas polaridades mentais utilizamos quando precisamos e efetivamente tomamos uma decisão. E tenho cá minhas dúvidas, sobre o efeito de uma sobre outra. E da outra sobre uma.
Embora racional e biologicamente, o coração não seja nada mais que uma bomba para fazer o sangue circular, simbólica e romanticamente ele é o reduto de todas as nossas emoções. E não há quem duvide do poder da simbologia... aliás, somos puramente simbologias!
Uma decisão pode ser tomada utilizando-se para isso a razão, mesmo quando o objeto seja de cunho emocional. Assim como algo pode ser decidido sob a égide das emoções, mesmo que tal decisão esteja no patamar da racionalidade.
O porém é, até que ponto uma interfere na outra?
Até que ponto o indivíduo pode (ou se atreve) a misturar tais polaridades, sem aceitar a possibilidade nefasta de sofrer terríveis consequências?
Lembrei agora da Águia e da Galinha... o que somos? Em que nível estamos. Quanto do sol deixamomos nos invadir a alma?

Talvez nesse momento eu esteja usando a razão e estipule que razão está para o corpo, assim como a emoção está para a alma. A galinha está para a razão, assim como a águia está para a emoção. O corpo está para a matéria, assim como a alma está para o espírito.

Mesmo com toda a lógica, isso não parece ser puro raciocínio. E nesse momento razão/emoção parece separar-se por uma linha tênue. Não parecem mais tão polares assim.

Mesmo assim, não consigo definir. Achei que ontem tomei uma decisão baseada no sentimento, que estaria ligada a emoção, logo eu seria uma águia, deixaria o sol tocar a minha alma, o qual alimentava meu espírito. Porém, como fui indagada ( quase afirmativamente) que só tomei tal decisão, por analisar a lógica dos fatos, comecei a me questionar.

Porém, ainda sem resultados...

Um comentário:

  1. penso o tempo todo o que seria agir com razão ou emoção. nem sei mais qual dos dois rege minha vida.

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