domingo, 25 de setembro de 2011

Coletividade da unicidade

É quando a ansiedade toma conta de todo nosso ser, comandando nossos pensamentos, comprimindo nosso peito, sufocando nossa respiração, acelerando nossa pulsação de modo tão enlouquecedor que esquecemos que vivemos por nós próprios e não pelo ser desejado... é nesse momento que o universo se encarrega de mostrar o tamanho de nossa esputidez e pequinez... que bobos somos por acreditar no limite da vida.
Não há limite... o amor é o limite... e só ele nos liberta completamente das nossas restrições.
Só o amor eleva o nosso patamar para alturas nunca antes tagíveis.
Só ele nos expande e nos coloca em contato com a realidade transcendente da vida.
Amar é sentir o que está na coletividade única da unicidade de cada ser.

Um comentário:

  1. Amar aprisiona e liberta.
    Vivemos presos a esse sentimento, e, na maioria das vezes não desejamos a liberdade. Queremos viver esse amor.
    Presos, em plena liberdade de amar.

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perca-se no infinito...